quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
70º Dia - Contradições me confundiram neste dia.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
69º Dia
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
68º Dia - Meio Plágio.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
67° Dia - 2012
E sabe, acho que todo mundo que assistir e achar super sensacionais os efeitos especiais, realíssimos e blábláblá, deveriam começar com a reciclagem assim q sairem do cinema.
Eu não to afim de assistir toda aquela destruição ainda mais real... Ao vivo.
Acho bom todo mundo começar com bons-modos logo.
Viva minhas e nossas eco bags e coleta seletiva!
*Já que virou modinha, vire um eco chato!
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
66º Dia
Não to nessa, não 'to na sua'.
Sim, to de boa...
Não tão de boa quanto queria, mas não tão na sua.
Vá. Eu termino de amadurecer e você, começa.
Ah! Quem despede sou eu!
Vá. E vá logo, por gentileza.
domingo, 29 de novembro de 2009
65º Dia - Sobre Louise em Brasília e no Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica.
aaaahhrrrg!
Brasilia foi fantástico. Até agora estou meio impressionada com o que vi por lá.
O Forum Mundial de Educação foi bonito, foi normal. O que foi sensacional pra mim foi o alojamento, obvio.
Você tem noção do que é passar as noites alojado num salão de clube gigantesco com gente de todos os estados do país?
Imagina de um lago frevo, do outro coco, do outro saxofones e flautas, pandeiro e violões quentíssimos?
Todos os sotaques e todos os gostos?!
Imagina ouvir deja vu [tecnobrega, creio] A NOITE QUASE TODA, ensinar os Acreanos e Sul Rio-Grandenses a dançar funk, aprender [tentar, na verdade!] o verdadeiro forró e a chula do Sul e tudo alí, ao mesmo tempo?!
Conseguiu visualizar?
Eu só sei que foi mágico, que meus dreads de lã foram pro Mato Grosso, Rondônia, Ceará, Rio Grande do Sul, Paracambi e Petrópolis e que nas férias tenho "teto" do sul ao norte!
E que, como sempre, devo fotos a zilhões de pessoas.
Fora as duas ou três decepções, um milhão de novidades e felicidade!
Já amo um montão de novos gatos e gatas!
E O ACRE EXISTEEEEEEEEEE!!!
terça-feira, 17 de novembro de 2009
64º Dia - É isso.
Seguindo e absorvendo os que venera
Absorvendo, eu?
Não não, só as que você cria.
As que você queria...
As que você rejeitaria, se fosse corajosa.
Sua poesia todo mundo entende.
Mas a seu sorriso não.
domingo, 11 de outubro de 2009
63º dia - II Parada da Cultura

A Parada tem como objetivo, além de divulgar para a comunidade a mudança de Centro Tecnológico para Instituto e, para todo o Rio de Janeiro, o Curso Superior de Produção Cultural, divulgar e difundir a cultura popular da/na Baixada Fluminense, mostrando que aqui se faz arte e não guerra, como tantos pensam.
Na parte da manhã no horário de 9h as 11h, teremos atividades dentro do próprio IFRJ, como ação social (corte de cabelo, emissão de documentos, etc) e diversas oficinas, além do cineclube Ankito rolando no auditório.
As 11h30, teremos a concentração do cortejo que sairá 12h do Instituto, percorrendo as ruas de Nilópolis até a Praça Paulo de Frontin, onde haverá a Feira de Artesanato da Associação dos Artesãos de Nilópolis e os Shows de encerramento com bandas de alunos do IFRJ e outras do próprio município.
Data: 5 de novembro de 2009 – Dia da Cultura.
Local: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ)
Rua Lúcio Tavares,1.045 – Nova Cidade – Nilópolis (antigo Cefeteq – Nilópolis)
Realização: Centro Acadêmico Mario Lago
http://centroacademicomariolago.blogspot.com
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Eu sou isso.
Escrevo o que penso e sou isso.
E tudo o que escrevo só faz sentido e importância pra mim. Até que alguém nesse mundo leia e se veja, se encontre, se entenda, ou entenda algo nessa confusão.
Eu escrevo quando não falo, escrevo quando não sei falar, escrevo quando não posso/pude falar.
Eu só escrevo, e até hoje não sei escrever.
62º dia - E as férias da Louise pedem férias.
Meu pai termina a eterna obra da minha casa, compra um carro, ou seja, se enche de dívidas, na necessidade, e como nós duas trabalhamos agora, não há taaanto desespero com as faturas no início do mês por que tem quem ajude, não só mais eles dois. E, quando eu comento com alguém "Ah, to ferrada de grana, porque gastei no cartão e ainda tem o carro do meu pai"... e perguntam "Mas é você quem tem que pagar o carro"?!
“Ah, eu vou embora logo que eu vou ficar com a minha sobrinha, tenho que ajudar em casa, minha irmã descansa um pouquinho enquanto eu to com ela”... “Mas foi você quem pariu, Louise? Você é a mãe”?
A gente, de vez em quando, no fim da tarde, compra pão no trabalho pra tomar café e tal. “Você tá atolado aí, quer que eu ‘faça’ seu pão”? É certo ouvir que eu faço tudo pra todo mundo, fico de cerva...
Putz... Não sou eu quem tem que pagar o carro, eu não sou a mãe, mas eu ajudo em casa, saca? Não quebra a minha mão passar requeijão no pão pra alguém que está muito ocupado e que provavelmente vai acabar com a menor fatia de queijo e o fim do requeijão por isso; eu aprendi em casa a ajudar e a ser prestativa, saca?
Me incomoda ver as pessoas indignadas com a minha responsabilidade com a presença em casa... Eles não tem responsabilidades não? Uma família com quem compartilhar a vida, os dias, as dívidas...???
- E eu chego em casa,
largo minha bolsa em algum canto e sento aqui no PC, fico um tempão fazendo o que eu julgo importante, ajudo minha irmã com minha sobrinha, arrumo a bolsa pro dia seguinte, tomo banho, janto,... Enquanto minha mãe fez de tudo dentro de casa e me olhando de cara feia.
Trabalhei como uma cretina no início do mês com mil eventos; sentia falta sim, da minha casa, da minha cama, da minha família, de ajudar em casa, não vi a carinha da minha sobrinha mudar [ela fez um mês e eu mal vi este tempo passar, sabe?!] e eu disse isso, que estava incomodada por não ajudar, afinal, Aline de resguardo vê minha mãe arrumando tudo, não pode fazer nada e eu fora [estudando, estagiando, saindo e trabalhando], e ela não podia me ver me arrumando fora do horário da faculdade que era certo ouvir “Já vai passear de novo, Louise?”.
Nossa, você não imagina o quão insuportável é ouvir isso, sendo que a resposta era “to indo trabalhar, Aline”!
As pessoas se surpreendem com o fato de eu precisar ir pra casa, querer ou lamentar não estar ajudando... Isso sim é surpreendente! E o pior é saber que estou tão distante disso!
Não tenho ajudado o suficiente, não tenho estado presente o suficiente, não tenho dormido o suficiente, não leio nem estudo e nem assisto a filmes o suficiente, não tenho orado o suficiente, não vou ao médico a muito tempo [e tenho precisado!]...
Aonde eu queria chegar...??
Eu não vejo o tempo passando, não vejo no que o gasto tanto, não me vejo tanto assim na internet e nem dormindo e ainda assim quando olho minha mãe parece que só tenho feito isso!
Tenho comido doces freneticamente, tenho babado minha sobrinha o máximo que posso, tenho moscado um pouquinho no estágio, sinto falta dos meus amigos mas não quero voltar a estudar ainda,... To é querendo fugir!!!
- Um pouquinho de paz seria bom, sabe?!
Faltei o aniversário do Joelson porque não queria pedir pra sair de casa. Não fui assistir ao filme no Caixa Cultural porque não tinha companhia [isso não tem tanto a ver com o declarado, mas... É, quem conhece e/ou lê sabe que sou carente].Eu trabalho e to fora de casa, to em casa, tão de cara feia, to fazendo alguma coisa, não faço por completo, e quando saio, ainda atrapalho o dia de alguém que nem sabe o que se passa, nem como agir e muito menos ta afim de aturar os sintomas disso tudo.
Fui pra Paquetá com o Pingüim e foi uma joça. Tava esquisita, puta por ele não ter podido vir pra cá conhecer nossas cachoeiras – na realidade, puta com o motivo dele não poder vir; e não sei se foi melhor termos deixado pra lá ou se seria melhor termos falado sobre – e, por a gente não ter essa intimidade toda, por ele ser um sarcástico-irônico sem sensibilidade suficiente – e sem porque também, se sensibilizar, não é?! – para perceber que eu não tava lá na puta que pariu pra fotografar aquele dia cinza, e sim pra ter a companhia dele, mas, enfim... Melhor que trabalhar e ficar em casa... Nos conhecemos mais, nunca tínhamos nos... Confundido, sei lá. Nos visto estranhos, desconfortáveis com o desconforto do outro, sem saber como reagir.
Ele simplesmente tocou o foda-se e foi fazer o que era mais importante pra ele que tinha viajado pra Paquetá naquele dia cinza. Como pra mim o mais importante era diferente, não deu pra tocar o foda-se tão cedo; meu foda-se foi depois, quando eu me manquei de que o que parecia errado simplesmente não existia... Ou sei lá.
Eu tava escrevendo isso aqui ontem(considerando a hora, comecei ainda anteontem e to terminando amanhã, quartafeira! Rs), até que eu fui fazer sei lá o que, minha internet deu bicho, conversei bastante com o Rodrigo altas horas no telefone e fui dormir.
- A madrugada foi feroz com minha sobrinha.
Muitas cólicas, o que significa muito choro e pouco descanso. Até que eu não levantei muito, mas fui acordada mais de uma vez, levantei como zumbi de manhã cedinho e, mais tarde, as 11h, pra ir acordando e me arrumando pro estágio.
- Faço estágio em Mesquita na minha área, Produção Cultural, e hoje o ministro da cultura foi na cidade falar sobre a lei Rouanet e suas alterações.
Eu não levei meu equipamento. Sempre rola aquele medinho de me arrepender por isso, e, graças a Deus, hoje só rolou pro exibicionismo momentâneo – muita gente conhecida, muita gente que se acha e blábláblá, muita gente também que nunca acreditou no meu potencial - e porque o ministro cumprimentou o meu amicíssimo, Ricardo de Moraes (tem quem o chame de Ricardo, mas o nome dele mesmo é Pirulito! rs), assim que o reconheceu, gostaria de ter clicado melhor isso {os cliquei conversando, já depois do debate}.
O Juca é um fofo. Bom de discurso [óbivio, né], bom de papo, sagaz, respeitoso pacas e muito simpático. Não teve um a quem ele não tenha tratado bem, com simpatia, alguém que tenha perguntado ou cumprimentado e que ele não o tenha respondido.
- E, com isso, volto agora a falar da minha BAIXADA FLUMINENSE.
Nossa, como eu me orgulho desta região que habito há 19 anos e, ainda que muito, conheço tão pouco.
Tenho viajado muito nas linhas dos livros que Gisela (minha chefa!) me emprestou pra ler, afim de que reunisse os artistas de Mesquita para homenagear na exposição de setembro. Me apresentaram movimentos fortíssimos de anos atrás, aqui da baixada, e todas as manifestações artísticas que hoje maravilho muito por aqui, e ainda tanto assim, tão pouco e muito menos, reconhecida por aí.
“XXI Poetas de Iguaçu – Poemas” (vários autores, dentre eles, Jorge Cardozo, Luiz Cantalice e Gladstone Acioly) e “Anos 90 Poetas da Baixada – Coletânea do Fanzine Desmaio Públiko” (Moduan Matus, com várias citações de diversos autores do Desmaio), são só de poesias, já não me atrai taaanto assim. Mas me apaixonei por “Um Olhar Pelas Janelas Da Baixada”, também de Moduam, que conta de maneira singular a história de ícones, locais queridos e eventos marcantes deste meu trechozinho Nova Iguaçu X Mesquita X Belford Roxo e redondezas...
Não adianta, não tenho vontade de arredar o pé daqui. Eu nunca fui assaltada, nem sofri alguma violência aqui. Não que não exista - aonde que não existe hoje em dia? -, mas eu, mesmo indo sempre a cidade do Rio pra diversas atividades, mesmo tendo que ficar uma hora na condução pra ir e mais uma pra voltar, eu não tenho vontade de sair daqui.
É bom – e até comum, oras – as pessoas se sentirem bem onde moram. Quem mora na Maré, se orgulha da Maré. Ou, ao menos, vive na Maré! Quem mora em Nova Iguaçu, se vê bem em Nova Iguaçu. Quem mora em Belford Roxo, mora em Belford Roxo e, ainda que não goste e/ou não se orgulhe tanto do seu município, estou convicta de que não partiria pra outro canto se não tivesse certeza de que teria a mesma ou maior paz do que na cidade em que está hoje.
- Finalizando:
...quase tudo pronto quanto às obras dentro de casa, minha sobrinha está linda linda linda e nasceu dia 22.06.09, meu pai comprou um carro zero, trabalhei na pomba da Expo Itaguaí, na Festa do Aipim, em Tinguá – NI, e no estágio, durante as férias todas. O que fiz de bom foi ir pro Anima Mundi e... E trabalhar com os amigos, né, já que fora isso só me restou o dia em Paquetá.
Mas que férias de Maria essas minhas... E que acabam nesta quinta feira! D’=
A equipe bonita da Expo!Mc Donald's no Anima Mundi.
Um sorriso a espera da Barca pra Paquetá. "Não, Pinguim, não é uma barra de chocolate, é um pedaço de papelão, boiando".
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A mais linda de todas elas. Ana Luiza.
sábado, 27 de junho de 2009
61º Dia - Deixemos de lado as lágrimas hipócritas
Vamos lá, faça uma autocrítica e não esconda sequer uma ponta de morbidez: quantas vezes você não se pegou ridicularizando a figura do cara, suas esquisitices, seu gosto pelo bizarro, seu "nariz de massinha", sua brancura artificial e o diabo a quatro?
A maioria dos admiradores - e não os fãs patéticos, que agora estão se desmanchando em choros convulsivos, que não foram trabalhar porque estão deprimidos com a morte de seu ídolo - sabe que a importância de Jackson para o show business não pode sequer ser colocada em um patamar conhecido deste planeta. A maneira como ele revolucionou a indústria dos videoclipes, por exemplo, permitindo que diretores levassem suas ousadias a extremos em termos de efeitos especiais que só foram utilizados pelo cinema alguns anos depois é mais do que digna de aplausos. Isso sem contar a qualidade que ele apresentou em alguns de seus discos, como Off the Wall, o melhor de todos - não, Thriller foi o seu trabalho mais famoso, mas não o melhor em termos musicais.
Mas para quem lida com música de uma maneira séria e racional, a pergunta neste exato momento é: por que ele não foi talentoso o suficiente para apagar o fracasso de seus últimos discos, principalmente do horrível e pretensioso Invencible? Por que ele não fez como todo mundo que se presta a construir uma carreira musical sólida em termos de qualidade até os dias de hoje, como fazem Paul McCartney, David Bowie e Bruce Springsteen?
A resposta é muito simples: porque faltou a Jackson aquela centelha da genialidade musical que o acompanhou desde os tempos de Jackson 5 até o lançamento de Thriller, a mesma centelha que foi capengando e diminuindo gradativamente até o punhado de canções razoáveis que ele reuniu no irregular Dangerous. A partir de um determinado momento de sua conturbada vida, a música perdeu a importância. Jackson acreditou que seria eternamente adorado independente do que fizesse. E isso é uma sentença de morte - artística e até mesmo pessoal - para quem viveu a música com tamanha intensidade.
Como não conseguia mais apresentar algum traço de criatividade, Jackson recorreu a factóides estapafúrdios, como a "agenda dos 50 shows" em Londres - chego a dar risadas quando encontro com alguém que realmente acreditou que ele faria tal pataquada -, mas isso pouco importa agora.
Michael Jackson está morto. Fisicamente. Porque, em termos artísticos, nos últimos quinze anos ele foi apenas um zumbi do qual todo mundo ria e tirava sarro. E são essas pessoas que hoje se mostram comovidas com o seu falecimento.
Mundo estranho este, não? Pense nisso"...
Sex, 26 Jun, 02h20
Por Regis Tadeu, colunista do Yahoo! Brasil
domingo, 24 de maio de 2009
60º Dia - antiguidades.com.br/como-eu-desenterrei-isto-?
E uma coisa que eu queria MUITO era recuperar absolutamente TODAS as minhas dissertações. E EU DESENTERREI ALGUMAS nessa loucura de obra. rs
Nossa, mas como eu [sempre] escrevi mal, heim?! rs
Umas coisas muito sem graça, sem ordem, sem nexo, sem sal...
Mas ainda assim gostaria de todas de volta e postarei algumas reencontradas.
- Algum dia de setembro de 2007. Aula de português, 3º ano, prof Valéria, 3010, nenhuma vontade de escrever.
"O Brasil Hoje [mas que título criativo, menina! ¬¬]
A realidade brasileira deixa claro que nosso país é palco de grandes contradições sociais, culturais e econômicas. A origem disso pode ser procurada - e provavelmente será encontrada - na exploração do Brasil pelas grandes potências, que sempre contou com o apoio de nossa elite e com a falta de voz dos menos favorecidos.
É evidente que o Brasil é rico, porém subdesenvolvido. Todos sabemos que nossas riquezas são roubadas (ou não), levadas para o exterior, estudadas e transformadas, fazendo com que dependamos sempre das descobertas 'deles'.
Outro triste fato é a falta de estímulo aos pesquisadores brasileiros, o que só atrasa nosso desenvolvimento.
Diante de todas essas contradições, de todas essas injustiças, os brasileiros precisam parar para se perguntar qual é, de fato, o significado do dia sete de setembro para o nosso país".
- 19 de setembro de 2006. Aula de português, 2º ano, prof jorgina, 2013, NENHUMA vontade de escrever. Tema: Eleições 2006.
"Jovem, não fuja à luta!
O jovem, hoje e sempre, têm grande valor na política, mas em razão a grande desigualdade social, alienação e enormes absurdos escândalos, a maioria anda desmotivada. Ele é importante, pois tem a cabeça fresca e com boas idéias, grita e luta por seus direitos e quer e precisa do melhor hoje, pois o amanhã é seu e de seus filhos.
A juventude está conhecendo o mundo agora, quer e se esforça pra isso. Não é tão inocente e "desenformada" [isso mesmo, fora de fôrma!] como a criança e não tão experiente e preparado quanto os mais maduros. Acaba de chegar ao mundo real, já sabe distinguir o bom do ruim, mas ainda fantasia, ainda imagina como um menino; têm ótimas idéias e não só deseja como também crê que é capaz de construir um mundo de paz, amor, saúde e tudo o que tem direito.
As crianças são muito novas, os adultos tem compromissos "mais importantes" e os idosos já não tem mais a mesma disposição física. Então, não só cabe como se é obrigatório a juventude tomar partido e ir às ruas, ir às câmaras, comitês, prefeituras e senado, atrás do que querem e deveriam ter.
Ouvimos tanto da ditadura militar, AI's e exílios... Devemos nos lembrar que foi o movimento estudantil, a juventude que acabou com tudo isso, e só os mesmos podem trazer as melhoras necessárias a política nacional.
Aquelas frasesinhas antigas e bregas sobre "a criança é o adulto de amanhã, o futuro da nação" dizem tudo. Quem correrá atrás do futuro do jovem senão o próprio? Só a juventude pode tomar o poder, tomar o espaço da corrupção com políticas públicas decentes e justiça!
Concluindo, o mundo não está só nas mãos da juventude, mas sim de todos. Devemos todos cuidar do que é nosso e a juventude deve lutar, com o maior prazer, pelo que é seu de direito. Jovem, não fuja à luta constante pela paz e dignidade, vote! Está nas nossas mãos o nosso próprio futuro".
Big Brother Brasil é ou não ficção?
Big Brother Brasil é um reality show altamente ficcional. Pode soar contraditório, mas podemos perceber que seus participantes são manipulados por contrato, regras, interesses empresariais e não passam de meros personagens, que entretém tele-expectadores com suas crises, intrigas e romances.
Os "BBBs" são pessoas comuns que, no desejo de "fácil" prêmio de um milhão de reais, se inscrevem e passam por uma entrevista. Nela, acontecem a análise de físico e a resposta às expectativas do ano para o programa - certos anos expõem menos favorecidos, em outros, participantes sorteados e, recentemente, idosos.
Esses Brothers, exaltados e admirados propositalmente como heróis, são manipulados por seus contratos com a emissora por um ano - são proibidos de falar com outras emissoras, de fazer certos comerciais, e, se seu tipo físico for o "padrão", posar para a sessão sensual da emissora na web - e pelos patrocinadores do programa, dos quais fazem merchandising obrigatório a cada 'episódio'.
A cada exibição dos cortes, após a novela das 21h, o expectador vê apenas o que a emissora deseja exibir e é convencido a tratar aqueles, antes pessoas comuns, como personagens de mais um entretenimento televisivo de sua noite.
Dia a dia, dirigido pela maior manipuladora e seus colaboradores/patrocinadores/merchandising, os "cidadãos comuns", com suas personalidades distorcidas por tal edição para exibição, tornam-se meros personagens de uma novela escrita por suas próprias sorte e atitude, e concluímos que esse reality show não passa de mais uma ficção; tendo ela mocinho, bandido, enredo e trilha.
sábado, 11 de abril de 2009
59º Dia - Sangue e Bunda baratinho. Grátis: Alienação.
Os meios populares de comunicação, que buscam sua audiência através do sensacionalismo barato exibindo crimes bárbaros – em destaque suas vítimas extremamente ensangüentadas -, blasfêmias (ou não) políticas e fofocas, atraem este olhar equivocado dos que desconhecem seu dia-a-dia e, surpreendentemente, os de alguns expectadores naturais de tais pontos, que, acompanhando tal forma de alienação, desacreditam no crescimento do seu lugar.
Em qualquer outra região do estado do Rio de Janeiro, se você pergunta a alguém como é a baixada e adjacências, este indivíduo, conhecendo ou não, te dará como resposta apenas questões negativas das cidades: extrema violência e um povo sem educação e sem força de vontade para crescer é o que erroneamente transparece. Mas por quê?
A mídia de centavos que se vende aos gritos nas bancas e estações ferroviárias e os pobres “informativos” televisivos apresentados também aos berros, fazem sucesso pela sua fácil leitura – com seu escasso vocabulário que só faz regredir o conhecimento do leitor/expectador – e pela ‘informação’ rápida e barata. Mas o que o leitor não percebe é que financia um sensacionalismo medíocre que o aliena, o desestimula para o crescimento divulgando apenas seus problemas e bundas bronzeadas.
Esta imprensa barata, além de faturar com estes cidadãos menos favorecidos em busca de crescimento, de um entretenimento mais culto e informativo, é também financiado por grandes homens de riqueza e poder, que querem com esse sensacionalismo bloquear o acesso à informação a esses locais mais pobres, “queimar” governantes ‘indesejados’ e limitar a chegada de grandes projetos, mantendo, assim, certo coronelismo.
Concluindo, deveríamos todos fazer extinto este meio baixo de “comunicação” (distorção, eu diria), formando e informando cidadãos em vez de aliená-los, nas comunidades, nas escolas e aonde houver gente, dando fácil acesso a verdadeira informação, educação e política.
...
Mas quando o fizer, fale baixinho... Pois não convém acabar com ela, e somos poucos os verdadeiramente indignados...
sábado, 28 de março de 2009
58º Dia - Hora do Planeta!
O sangue da madeira e o deserto de carvalho
Apoiando destruições e combustiveis fervendo
Vapor a quarenta e cinco graus
A hora chegou
Para dizer o que é justo
Para pagar o aluguel
Para pagar nossa parte
A hora chegou
Um fato é um fato
Isso pertence a eles
Vamos devolver
Como nós podemos dançar quando a terra está girando?
Como nós podemos dormir quando nossas camas queimam?"
(MIDNIGHT OIL - Beds Are Burning)
"O Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico que será realizado hoje, dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.
Participe! É simples. Apague as luzes da sua sala.
Seja um repórter da Hora do Planeta:
*Faça fotos: tire uma foto na noite da Hora do Planeta, faça o upload para o Flickr.::
*Compartilhe vídeos: faça um vídeo o seu evento e faça o upload para o YouTube.::
*Escreva mensagens: atualize seu Twitter em tempo real e adicione no fim de seus posts o código #horadoplaneta.::
*Divulgue suas ações no Orkut: crie um tópico na comunidade oficial da Hora do Planeta no Orkut e divulgue lá o link para seus vídeos, fotos e mensagens.
Por que participar?
Porque o Brasil precisa demonstrar que a sua população está atenta ao problema do aquecimento global e disposta a tomar as atitudes necessárias para reduzir estas ameaças. Queremos que os brasileiros se juntem a um bilhão de vozes em todo planeta, chamando os líderes mundiais a assumirem sua parte na solução do problema".
(Fonte: WWF Brasil)
segunda-feira, 23 de março de 2009
57º dia, 101 Postagem - CineRockiados!
O Cine Rock é um cine clube que vem para marcar a história cultural do nosso território, pois é o carimbo de retorno aos bons tempos de música e poesia que eram realizados no centro cultural Donana, um lugar de onde surgiu a banda Cidade Negra, antes conhecida como Lumiar e Kmd5.
O Cine Clube aconteceu no dia 21/03/09, dia que ficará marcado na história cultural e clandestina da Baixada Fluminense.
Palestra com Dida Nascimento, que contou com era a história da música reggae no anos 80 na Baixada, vários filmes produzidos aqui, além do som com Slow, K-bide Dida Nascimento, Surfinbirds, Armless Jack, Alicia e Odisseia.
Galera, isso ai é revolução Baixada, ou seja, não tem dificuldades para quem quer fazer. Estamos ai pra somar, por que o Donana é um local que tem uma vibração incrível de cultura, educação e troca de ideías.
Essa é a parada no quintal da nossa casa chamado Baixada Fluminense. Quem foi, foi, e viu o Cine Rock pegar fogo. Tamo junto e mixado ai galera. Agradeço a galera do Cine Rock por essa aula de cultura.
Marcio Graffiti, Coletivo Anti Cinema”.
segunda-feira, 9 de março de 2009
56º Dia - Mais que confirmadíssimo! =D
CINEROCK confirmadíssimo, para nossa alegria!
O evento acontecerá sem falta no dia 21/03, no Centro Cultural Donana (R.Aguapei, Piam - B.Roxo - RJ).
Mais informações no site!

domingo, 8 de março de 2009
55º Dia - "O que é um cinéfilo?"
segunda-feira, 2 de março de 2009
54º dia - Todos com a expectativa lá em cima a espera do CineRock!

http://eventocinerock.blogspot.com/
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=58937862
O grupo ainda se depara com grande dificuldade na confirmação do local, mas em breve teremos novidades [boas, espero!].

domingo, 1 de março de 2009
53º Dia.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
52º dia - Eu concordo com Clifford Geertz...
Para o antropólogo Estadunidense, isso acontece porque, ao encontrar uma obra de arte, percebemos algo valioso e tentamos descrever o que sentimos ao vê-la, mas tudo soa falso e vazio. “Quando não somos capazes de falar, devemos ficar em silêncio”, diz o autor, mas nem os próprios artistas conseguem fazê-lo.
...
Sabe, é só isso. Quem somos nós pra julgar o que é ou não arte? Quem somos nós pra dizer o que é bom ou não??? Simplesmente devemos apreciar o que é bom - Prá nós; cada um com seu cada um - e não se preocupar com o que os outros pensam...
Enriquecer com arte é bonito, é legal, é louvável...?? Não posso dizer se 'é'... A única coisa que me vem a cabeça é que cada um faz o que sabe fazer, e que faz com o coração.
Deve ser maravilhoso poder ganhar a vida cantando, pintando, dançando... Aliás, não acho só um máximo, acho essencial amar o que se faz.
Parece-nos absurdo considerar arte dois riscos numa folha, caracóis colados numa tela e coisas do tipo... Sinceramente, acho absurdamente absurdo! Sem lógica!
Mas quem sou eu pra contrariar o 'artista'...? Quem sou eu pra discordar que seja arte???
Arte não tem explicação... A gente faz porque gosta, o que gosta, e sem saber por quê.
...
Cito Geertz já sabendo que serei criticada, mas, antes que me julgue intelectualzinha de araque, sim, eu realmente não sou desses - e detesto esses - chatos que se acham muita merda porque leram Nietzsche, Marx e blábláblá...Geertz veio por meio de um trabalho da facul, e adorei concordar com alguém q escreveu um livro indicado por professor; adorei concordar com um 'antropólogo estadunidense'. rs
...
Fazer qualquer coisa apenas pra ser pop é realmente não ser artista...É ser traíra, vendido, sujo...
Acabar com a verdadeira arte.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
51º Dia
[LouiSe. Teixeira]
Já estou com saudades!
Eu não sou criança...
Não sou mais pura e nem tão infantil assim.
Só não penso como tu pensas agora... Só não concordo com tudo o que tu dizes.
E sabe... Não me importa mais se me consideras infantil. Tu és o mais criança de todos, a meu ver.
E mesmo que não, mesmo que dê a de adulto, mesmo que amadureças... Grande coisa! Já não me és grande coisa! Já não me és grande coisa...
Para outros, sou sensata, pensativa, inteligente, racional... Puft!
Nem eu me considero tanto...
Mas não deixa de ser verdade.
Por mais que repugnemos tudo isso, somos todos cheios de faces... Somos diferentes com diferentes pessoas. Todos nós. E ainda assim, possuindo tantas faces... Somos os mesmos com todos ao mesmo tempo que diferentes! Impossível não ter personalidade, impossível uma máscara não cair, não é?! Impossível não termos uma "original"...
E só tu não enchergas até onde posso ir...
Que tu aches o que bem entender, mas que aches longe de mim.
Feliz ou não, tu já não me fazes falta. Ou pelo menos eu finjo bem a mim mesma... Pelo menos já sei que é bem isso que devo desejar a mim mesma: distância de ti.
Saudades tenho da companhia de alguém... Não necessariamente a tua, já que não a tinha há tanto...
Dane-se tu e teus copos de cerveja. Estou aqui e estou bem. Com família, amigos e meus botões...
Com família, amigos e meus sonhos... E meus amigos, os botões...
Tudo é risco de vida
Sem você no corpo
É como pingar limão e andar no sol...
Classificados, tapetes, pratos
Passos largos e embaraçados
No caminho, o asfalto
Comendo poeira e vento
Jogando álcool e fósforo
Na direção do seu portão"...
Só pq gosto. O dia tá mais pra... Sei lá. Só to down.
Agora sei que minha amizade é rezumida em quase nada.
Que meu esforço foi ainda mais em vão do que imaginava...
Que o negócio é deixar correr atrás se não não há graça alguma.
Insuportável isso. Insuportável mesmo.
Então... eu deixo pra lá.

